Caso Beatriz: Em jejum, Lucinha Mota diz que vai relevar nomes dos funcionários do Colégio que estariam envolvidos no crime

Postado em 13 de novembro de 2017

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Os pais de Beatriz Angélica, Lucinha Mota e Sandro Romilton, e uma caravana com cerca de 40 pessoas do movimento Beatriz Clama por Justiça, acabam de chegar ao Palácio das Princesas, em Recife-PE, onde vão realizar mais uma manifestação, pedindo respostas e celeridade às investigações do assassinato da menina.

De acordo com Michelle Chaves, madrinha de Beatriz, o prédio do Palácio das Princesas está fechado e cercado por grades e policiais, como aconteceu durante manifestação realizada em julho do ano passado. “Essa reação não nos intimida. Nós viemos até aqui em busca de respostas e só vamos sair quando as tivermos. Até agora não sabemos se seremos recebidos, mas não vamos desistir”, declarou Michelle.

Lucinha Mota está em greve de fome e declarou que só vai sair do jejum quando for recebida e ouvida pelas autoridades pernambucanas. O grupo pretende cobrar do atual Secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, e do Chefe da Polícia Civil do estado, Joselito Kherle do Amaral, respostas sobre o pedido de acesso ao inquérito do caso, enviado em agosto deste ano.

Os pais da menina também querem respostas sobre as perícias feitas no sistema de gravação de vídeo do Colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina-PE, já que existem suspeitas de que um funcionário da escola teria apagado as imagens do suposto assassino da menina. Eles também pedem a prisão do referido funcionário.

Lucinha Mota também quer que a delegada responsável pelas investigações do crime, Gleide Angêlo, se comprometa através de documento oficial, a cumprir as exigências feitas pela família de Beatriz.

Ainda de acordo com as informações, uma coletiva imprensa acontece, na capital pernambucana. Na ocasião, Lucinha pretende revelar o nome do funcionário acusado de apagar as imagens do assassino da filha e dos funcionários que teriam dado fuga ao criminoso, segundo a mãe da criança.

Beatriz Angélica Mota tinha apenas 7 anos quando foi morta a facadas, no dia 10 de Dezembro de 2015, durante uma festa de formatura que acontecia no Colégio Maria Auxiliadora. Hoje, quase dois anos após o crime, ninguém foi preso.

Por: Yonara Santos/Fonte: Preto no Branco



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