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Prefeitura e SENAI entregam Certificados

3 de Abril de 2012

A Prefeitura Municipal de Cabrobó, em parceria com o SENAI, realizou no período de 06 de março a 02 de abril mais um curso profissionalizante. Desta vez a área trabalhada foi a de confeitaria. 25 pessoas receberam os certificados e agora estão prontas para exercerem mais uma atividade profissional e conseqüentemente melhorar a renda familiar. Assim pensa Daniely Moraes, que exibe o bolo produzido pelas próprias mãos.

FACESF POS GRADUACAO

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Motorista em carro desgovernado e alta velocidade atingem praça pública

3 de Abril de 2012
Já era mais de meia noite do domingo para segunda feira (02), quando um motorista ainda não identificado perdeu o controle do veiculo que conduzia e atingiu a estrutura de concreto usada em exercícios físicos. A estrutura faz parte complexo da praça da Avenida Conrado Ferraz. Até agora não a nenhuma informação que possa levar a policia ao infrator.

Atel

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2 de Abril de 2012
Orocó – Oposição começa a se definir
O ex-prefeito de Orocó Didi Amando confirmou, por telefone a nossa reportagem, sua pré candidatura a prefeito daquela cidade. Segundo Didi, é preciso fortalecer as oposições de Orocó, com nomes de pessoas comprometidas em construir um futuro melhor para todos os orocoenses. Didi Amando afirmou ainda que sua posição de pré candidato visa tão somente, unificar as forças de oposição à atual administração.
Escolha do vice – o ex-prefeito disse que alguns nomes estão sendo sondados, porém, afirmou Didi, a escolha é do grupo. “A composição da chapa que vai disputar as eleições de outubro passa rigorosamente por uma análise de grupo. A medida que estivermos unidos, somos mais fortes com maiores chances de vitoria”. Afirmou o ex-prefeito.
Orocó – prefeito Dedi tem a palavra final
Quem conversou com nossa reportagem foi o vereador Gustavo Bione (PSB). Segundo Gustavo, seu partido reavaliou a posição com relação à indicação de um nome para compor com Dedi a chapa de reeleição no pleito de outubro.
O PSB que tem o maior numero de vereadores na câmara, entende que é legitimo o partido indicar o nome do vice, no entanto, não que tomar nenhuma decisão que possa colocar o prefeito em desconforto. Desta forma, afirmou Gustavo,  o partido indica um nome, o qual já foi escolhido consensualmente e o prefeito faz a escolha pessoal, entre o vereador Gustavo Bione (PSB) e Bolivar (PP).

Geladão

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Prazos de desincompatibilizações para o pleito municipal 2012

1 de Abril de 2012

Futuros candidatos devem respeitar prazo para desincompatibilização ou podem ficar inelegíveis. Governador que quiser concorrer à prefeitura deve deixar o cargo até 7 de abril; os ministros, até 7 de junho; os servidores públicos em geral que quiseram disputar uma vaga para prefeito ou vereador devem se licenciar até 7 de julho. Os dirigentes sindicais devem se licenciar até 7 de junho para disputar vaga de prefeito ou vereador.
Qualquer brasileiro que estiver no pleno exercício de seus direitos políticos, em dia com a Justiça Eleitoral, filiado a partido político e tiver mais de 18 ou 21 anos pode concorrer, respectivamente, a uma vaga de vereador ou prefeito no pleito de 7 de outubro. A Constituição Federal impede, no entanto, a candidatura dos analfabetos, dos estrangeiros, e daqueles que estejam prestando serviço militar obrigatório, e dos inelegíveis.
Os inelegíveis para a eleição municipal, de acordo com o parágrafo 5º, do artigo 14, da Constituição, são o cônjuge do prefeito e os parentes consangüíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção que pretendem concorrer na mesma cidade do chefe do Executivo. A regra também vale para quem tiver substituído o prefeito dentro dos seis meses anteriores à eleição, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição.
O candidato também pode ser decretado inelegível se cometer infrações previstas na Lei Complementar 64/90 (Lei das Inelegibilidades) ou não sair do cargo que ocupa no prazo determinado por esta norma.
Prefeitos
Os prefeitos que estão exercendo o primeiro mandato não precisam deixar o cargo para concorrer à reeleição. Os parlamentares que querem concorrer à prefeitura também não precisam sair do Congresso Nacional nem das Assembléias Legislativas, tampouco das Câmaras Municipais. Os profissionais que têm atividades divulgadas na mídia, como atores e jogadores de futebol também não precisam interromper suas atividades para se candidatar a prefeito.
Outros chefes do Executivo, como governador, por exemplo, que quiserem concorrer à prefeitura, devem deixar a atual função seis meses antes da eleição, ou seja, até 7 de abril deste ano. O vice-governador e vice-prefeito que não substituiu o titular nos seis meses anteriores ao pleito nem o sucedeu não precisa sair do cargo para concorrer a prefeito.
Em 7 de junho deste ano, quatro meses antes da eleição, devem sair de seus postos aqueles que almejam uma vaga de prefeito e são ministros de Estado; membros do Ministério Público; defensores públicos; magistrados; os militares em geral; os secretários estaduais e municipais; os que ocupam a presidência, a diretoria ou a superintendência de autarquia ou empresa pública; os que são chefes de órgãos de assessoramento direto, civil e militar da Presidência da República e os dirigentes sindicais; entre outros.
A três meses do pleito municipal, ou seja, em 7 de julho, quem tem de se afastar dos respectivos cargos para concorrer à prefeitura são os servidores públicos em geral, estatutários ou não, dos órgãos da administração direta ou indireta da União, estados, Distrito Federal e municípios. Os servidores da Justiça Eleitoral não podem ser filiados a partidos políticos, por isso, têm de se afastar do cargo um ano antes do pleito para se filiar e não podem voltar a seus cargos efetivos se quiserem concorrer a algum mandato.
Dirigente sindical
O dirigente sindical que quiser disputar as eleições para prefeito ou vereador terá que se licenciar do cargo que ocupa no sindicato quatro meses antes das eleições, ou seja, até 7 de junho. O mesmo serve para os membros do conselho fiscal do sindicato.
O afastamento é temporário e não implica em renúncia. Se o nome do pré-candidato não for aprovado nas prévias partidárias – se for o caso – ou na convenção, ele ou ela poderá voltar ao posto no sindicato que antes ocupava, com todas as prerrogativas.
Vereadores
Assim como para prefeito, os parlamentares que pretendem se candidatar a vereador não precisam se afastar de suas funções. Os servidores públicos devem obedecer à mesma regra para prefeito, ou seja, deixar seus cargos nos três meses que antecedem a eleição.
Outros prazos, no entanto, são diferentes. Os ministros de Estado, membros do Ministério Público, defensores públicos, magistrados, secretários estaduais e municipais devem sair de suas funções nos seis meses anteriores à eleição para vereador, e não apenas a quatro meses como determina a LC 64/90 para os que querem concorrer a chefe do Executivo municipal.
Lei das Inelegibilidades
A Lei das Inelegibilidades foi aprovada por determinação do parágrafo 9º da Constituição Federal, para proteger a probidade administrativa, a moralidade para o exercício de mandato considerada a vida pregressa do candidato, e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou do abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta.
Levantamento do TSE
Com respaldo na Lei das Inelegibilidades e em sua jurisprudência (decisões anteriores), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) agrupou vários prazos para desincompatibilização aos quais os candidatos devem obedecer para não se tornarem inelegíveis. Há ocupantes de cargos públicos que não precisaram interromper seus ofícios, mas os prazos para desincompatibilização variam, em regra, de seis a três meses antes do pleito. (Fonte: Com TSE)
É bom prestar atenção aos principais prazos de desincompatibilização para fins de candidatura às eleições municipais de 2012. Entende-se por desincompatibilização o ato pelo qual o candidato é obrigado a se afastar de certas funções, cargos ou empregos, na administração pública, direta ou indireta, com vistas à disputa eleitoral.
Dentre os ocupantes de cargos eletivos, por exemplo, um prefeito que queira se candidatar a vereador em outubro deste ano deve se afastar de suas funções até seis meses antes do pleito. No caso de vice-prefeito (desde que não tenha sucedido ou substituído o titular nos seis meses anteriores ao pleito) que queira se candidatar à reeleição ou aos cargos de prefeito e vereador, não há necessidade do afastamento.
Deputado estadual, federal ou presidente de Câmara Municipal, que pretende disputar vaga para prefeito ou vereador, também não precisa se afastar do cargo. Para outros casos de presidente, superintendente, diretor de autarquias, empresas públicas, sociedades de economia mista, fundações públicas e as mantidas pelo poder público, o prazo de afastamento para concorrer a prefeito e vice-prefeito é de quatro meses e, a vereador, de seis meses antes da eleição.
O relatório explicita, ainda, prazos para agentes do IBGE e conselheiros tutelares (com afastamento de três meses de antecedência para disputa de cargos de prefeito, vice e vereador). Magistrados, diretores de entidades representativas do município e secretários municipais devem se afastar com quatro meses, quando a disputa for pela chefia do Executivo ou vice, e seis meses quando o interesse for por uma cadeira no Legislativo. Já aos profissionais que trabalham em hospitais municipais, como médicos, cujo pagamento é feito com dinheiro público, o TSE defende a necessidade de afastamento três meses antes do pleito.
(Fonte: TSE)

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Petrolina: Fernando Filho insiste no apoio do PT

1 de Abril de 2012

Presente ao encontro regional do PSD, o pré-candidato a prefeito de Petrolina pelo PSB, Fernando Bezerra Filho, informou, há pouco, que já conta com o apoio de seis partidos – PCdoB, PV, PSL, PSC, PTN e PTdoB – e que trabalhará para atrair também o PT. A legenda petista tem candidato próprio. É o ex-prefeito Odacy Amorim. “Nada em política é impossível, mas reconheço muitas dificuldades na aliança”, disse.
Por: Magno Martins

Marisol

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Inauguração da congregação do IPSEP da Igreja Batista Missionária em Cabrobó

1 de Abril de 2012

Muito louvor e adoração, participação de grupos da própria Igreja, apresentações de jogral e a pregação da Palavra de Deus com o Pastor Presidente da Igreja Carlos Ribeiro Campos. Assim a Igreja Batista Missionária em Cabrobó, inaugurou neste sábado a primeira congregação da cidade sede, desde que foi fundada há 28 anos a Igreja já abriu e administrou simultaneamente 25 congregações.

Atel

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‘Sem voz estaria morto’, diz Lula em entrevista exclusiva

31 de Março de 2012

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que teve mais medo de perder a voz do que de morrer após a descoberta do câncer na laringe. “Se eu perdesse a voz, estaria morto.”
Um dia depois da notícia de que o tumor desapareceu, ele recebeu a Folha para uma entrevista exclusiva num quarto do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde faz sessões de fonoaudióloga.
Lula comparou a uma “bomba de Hiroshima” o tratamento que fez, com sessões de químio e radioterapia.
Ele emocionou-se ao lembrar da luta do vice-presidente José Alencar (1931-2011), que morreu de câncer há exatamente um ano. “Hoje é que eu tenho noção do que o Zé Alencar passou.”
Quase 16 quilos mais magro e com a voz um pouco mais rouca que o normal, o ex-presidente ainda sente dor na garganta e diz que sonha com o dia em que poderá comer pão “com a casca dura”.
A entrevista foi acompanhada por Roberto Kalil, seu médico pessoal e “guru”, pelo fotógrafo Ricardo Stuckert e pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.
Folha – Como o sr. está?
Luiz Inácio Lula da Silva – O câncer está resolvido porque não existe mais aqui [aponta para a garganta]. Mas eu tenho que fazer tratamento por um tempo ainda. Tenho que manter a disciplina para evitar que aconteça alguma coisa. Aprendi que tanto quanto os médicos, tanto quanto as injeções, tanto quanto a quimioterapia, tanto quanto a radioterapia, a disciplina no tratamento, cumprir as normas que tem que cumprir, fazer as coisas corretamente, são condições básicas para a gente poder curar o câncer.
Foi difícil abrir mão…
Hoje é que eu tenho noção do que o Zé Alencar passou. [Fica com a voz embargada e os olhos marejados]. Eu, que convivi com ele tanto tempo, não tinha noção do que ele passou. A gente não sabe o que é pior, se a quimioterapia ou a radioterapia. Uns dizem que é a químio, outros que é a rádio. Para mim, os dois são um desastre. Um é uma bomba de Hiroshima e, o outro, eu nem sei que bomba é. Os dois são arrasadores.
O sr. teve medo?
A palavra correta não é medo. É um processo difícil de evitar, não tem uma única causa. As pessoas falam que é o cigarro [que causa a doença], falam que é um monte de coisa que dá, mas tá cheio de criancinha que nasce com câncer e não fuma.
Qual é a palavra correta?
A palavra correta… É uma doença que eu acho que é a mais delicada de todas. É avassaladora. Eu vim aqui com um tumor de 3 cm e de repente estava recebendo uma Hiroshima dentro de mim. [Em alguns momentos] Eu preferiria entrar em coma.
Kalil [interrompendo] – Pelo amor de Deus, presidente!
Em coma?
Eu falei para o Kalil: eu preferiria me trancar num freezer como um carpaccio. Sabe como se faz carpaccio? Você pega o contrafilé, tira a gordura, enrola a carne, amarra o barbante e coloca o contrafilé no freezer e, quando ele está congelado, você corta e faz o carpaccio. A minha vontade era me trancar no freezer e ficar congelado até…
Sentia dor?
Náusea, náusea. A boca não suporta nada, nada, nada, nada. A gente ouvindo as pessoas [que passam por um tratamento contra o câncer] falarem não tem dimensão do que estão sentindo.
Teve medo de morrer?
Eu tinha mais preocupação de perder a voz do que de morrer. Se eu perdesse a voz, estaria morto. Tem gente que fala que não tem medo de morrer, mas eu tenho. Se eu souber que a morte está na China, eu vou para a Bolívia.
O sr. acredita que existe alguma coisa depois da morte?
Eu acredito. Eu acredito que entre a vida que a gente conhece [e a morte] há muita coisa que ainda não compreendemos. Sou um homem que acredita que existam outras coisas que determinam a passagem nossa pela Terra. Sou um homem que acredita, que tem muita fé.
Mesmo assim, teve um medo grande?
Medo, medo, eu vivo com medo. Eu sou um medroso. Não venha me dizer: ‘Não tenha medo da morte’. Porque eu me quero vivo. Uma vez ouvi meu amigo [o escritor] Ariano Suassuna dizer que ele chama a morte de Caetana e que, quando vê a Caetana, ele corre dela. Eu não quero ver a Caetana nem…
Qual foi o pior momento neste processo?
Foi quando eu soube. Vim trazer a minha mulher para um exame e a Marisa e o Kalil armaram uma arapuca e me colocaram no tal de PET [aparelho que rastreia tumores]. Eu tinha passado pelo otorrino, o otorrino tinha visto a minha garganta inflamada.
Eu já estava há 40 dias com a garganta inflamada e cada pessoa que eu encontrava me dava uma pastilha No Brasil, as pessoas têm o hábito de dar pastilha para a gente. Não tinha uma pessoa que eu encontrasse que não me desse uma pastilha: ‘Essa aqui é boa, maravilhosa, essa é melhor’. Eu já tava cansado de chupar pastilha.
No dia do meu aniversário, eu disse: ‘Kalil, vou levar a Marisa para fazer uns exames’. E viemos para cá. O rapaz fez o exame, fez a endoscopia, disse que estava muito inflamada a minha garganta. Aí inventaram essa história de eu fazer o PET. Eu não queria fazer, eu não tinha nada, pô. Aí eu fui fazer depois de xingar muito o Kalil.
Depois, fui para uma sala onde estava o Kalil e mais uns dez médicos. Eu senti um clima meio estranho. O Kalil estava com uma cara meio de chorar. Aí eu falei: ‘Sabe de uma coisa? Vocês já foram na casa de alguém para comunicar a morte? Eu já fui. Então falem o que aconteceu, digam!’ Aí me contaram que eu tinha um tumor. E eu disse: ‘Então vamos tratar’.
Existia a possibilidade de operar o tumor, em vez de fazer o tratamento que o senhor fez.
Na realidade, isso nem foi discutido. Eles chegaram à conclusão de que tinha que fazer o que tinha que fazer para destruir o bicho [quimioterapia seguida de radioterapia], que era o mais certo. Eu disse: ‘Vamos fazer’.
O meu papel, então, a partir dessa decisão, era cumprir, era obedecer, me submeter a todos os caprichos que a medicina exigia. Porque eu sabia que era assim. Não pode vacilar. Você não pode [dizer]: ‘Hoje eu não quero, não tô com vontade’.
O senhor rezava, buscou ajuda espiritual?
Eu rezo muito, eu rezo muito, independentemente de estar doente.
Fez alguma promessa?
Não.
Existia também uma informação de que o senhor procurou ajuda do médium João de Deus.
Eu não procurei porque não conhecia as pessoas, mas várias pessoas me procuraram e eu sou muito agradecido. Várias pessoas vieram aqui, ainda hoje há várias pessoas me procurando. E todas as que me procurarem eu vou atender, conversar, porque eu acho que isso ajuda.
E como será a vida do sr. a partir de agora? Vai seguir com suas palestras?
Eu não quero tomar nenhuma decisão maluca. Eu ainda estou com a garganta muito dolorida, não posso dizer que estou normal porque, para comer, ainda dói.
Mas acho que entramos na fase em que, daqui a alguns dias, eu vou acordar e vou poder comer pão, sem fazer sopinha. Vou poder comer pão com aquela casca dura. Vai ser o dia!
Eu vou tomando as decisões com o tempo. Uma coisa eu tenho a certeza: eu não farei a agenda que já fiz. Nunca mais eu irei fazer a agenda alucinante e maluca que eu fiz nesses dez meses desde que eu deixei o governo. O que eu trabalhei entre março e outubro de 2011… Nós visitamos 30 e poucos países.
Eu não tenho mais vontade para isso, eu não vou fazer isso. Vou fazer menos coisas, com mais qualidade, participar das eleições de forma mais seletiva, ajudar a minha companheira Dilma [Rousseff] de forma mais seletiva, naquilo que ela entender que eu possa ajudar. Vou voltar mais tranquilo. O mundo não acaba na semana que vem.
Quando é que o senhor começa a participar da campanha de Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo?
Eu acho o Fernando Haddad o melhor candidato. São Paulo não pode continuar na mesmice de tantas e tantas décadas. Eu acho que ele vai surpreender muita gente. E desse negócio de surpreender muita gente eu sei. Muita gente dizia que a Dilma era um poste, que eu estava louco, que eu não entendia de política. Com o Fernando Haddad será a mesma coisa.
O senhor vai pedir à senadora Marta Suplicy para entrar na campanha dele também?
Eu acho que a Marta é uma militante política, ela está na campanha.
Tem falado com ela?
Falei com ela faz uns 15 dias. Ela me ligou para saber da saúde. Eu disse que, quando eu sarar, a gente vai conversar um monte.
E em 2014? O senhor volta a disputar a Presidência?
Para mim não tem 2014, 2018, 2022. Deixa eu contar uma coisa para vocês: eu acabei de deixar a Presidência da República, tem apenas um ano e quatro meses que eu deixei a Presidência.
Poucos brasileiros tiveram a sorte de passar pela Presidência da forma exitosa com que eu passei. E repetir o que eu fiz não será tarefa fácil. Eu sempre terei como adversário eu mesmo. Para que é que eu vou procurar sarna para me coçar se eu posso ajudar outras pessoas, posso trabalhar para outras pessoas?
E depois é o seguinte: você precisa esperar o tempo passar. Essas coisas você não decide agora. Um belo dia você não quer uma coisa, de repente se apresenta uma chance, você participa.
Mas a minha vontade agora é ajudar a minha companheira a ser a melhor presidenta, a trabalhar a reeleição dela. Eu digo sempre o seguinte: a Dilma só não será candidata à reeleição se ela não quiser. É direito dela, constitucional, de ser candidata a presidente da República. E eu terei imenso prazer de ser cabo eleitoral.

CLÁUDIA COLLUCCI
DE SÃO PAULO
MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA

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Comissão do Senado aprova a criminalização de jogos de azar

31 de Março de 2012

A comissão de juristas do Senado que discute a reforma do Código Penal aprovou nesta sexta-feira, 30, uma proposta para criminalizar a exploração dos jogos de azar. O anteprojeto de lei vai enquadrar como crime, com pena de um ano a dois anos de prisão, quem explorar a atividade sem a autorização do Estado. Os apostadores não serão submetidos a sanção penal.
Pela atual legislação, o jogo de azar, como o jogo do bicho, é considerado uma contravenção penal, um crime de menor potencial ofensivo. Tanto o explorador como o jogador podem ser enquadrados pela Justiça como contraventores, com penas que chegam a um ano de prisão. (Estadão)

Escrito por Magno Martins

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Vice Prefeito Mário Barros fala de política e ações de governo

31 de Março de 2012

Mario Alves de Barros, ou, simplesmente Mario Barros, tem uma historia de compromissos com o desenvolvimento de Cabrobó, para tanto tem se dedicado a política. Duas vezes vereador, duas vezes presidente da câmara municipal, está no segundo mandato como vice Prefeito.
Segundo Mário honrar a palavra é obrigação de cada um, por isto, disse Mario, muitas vezes até deixamos de ganhar.
Mario fala das ações como vice Prefeito, do quanto tem tido o respeito e o apoio do Prefeito Eudes, que nunca o decepcionou da mesma forma disse Mario, já mais o decepcionarei meu compromisso é com o grupo liderado pelo Prefeito, por isto, sou pré candidato a vereador e apoio a pré candidatura do médico meu amigo, Dr. Auricélio.
Nestes sete anos como vice Prefeito Mario assumiu por varias vezes, na condição de Prefeito executou obras que beneficiou varias comunidades. Energia elétrica da comunidade da Mãe Rosa e do Assentamento dona Odília na região da Macambira, fez com que a água chegasse a varias comunidades como, Manguinha, Toco Preto e Quilombolas, mais de 800 horas máquinas a serviço dos agricultores em parceria com o deputado federal Inocêncio Oliveira, recuperação de e construção de barragens, ainda com o deputado Inocêncio conseguiu recursos para a pavimentação de varias ruas da cidade.
Com esta relação de amizade com o Prefeito Eudes, Mario diz que juntos construíram um mandato a serviço do povo, que as grandes e pequenas conquistas se deu por conta da união de grupo liderado pelo Prefeito, com objetivos comuns o desenvolvimento de Cabrobó. Assim acredita o vice Prefeito Mário Barros, vai continuar com o médico Dr. Auricélio.

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Francisco Ribeiro da Silva Cem anos de vida

31 de Março de 2012

Nascido em 26 de agosto do ano de 1911 no sitio passagem da pedra cidade de Terra Nova quando na época pertencia a Parnamirim, seu Francisco lembra que ainda jovem viu Lampião e seu bando chegarem ao sitio que morava. Lembra ainda do sofrimento da família na época de seca, pai de oito filhos dos quais quatro estão vivos. 
Seu Francisco próximo de completar 101 anos encontra-se muito debilitado, quem conta a historia de seu Francisco é sua filha dona Guaterina que cuida como muito carinho do pai junto com seu esposo José Conselheiro. A filha lembra alguns acontecimentos, para não ver a família passar necessidades disse dona Guaterina, seu pai saiu em busca de melhoras na região do Curralim, lá encontraram apoio, fizeram muitos amigos embora, o sofrimento era inevitável, dona Guaterina diz que viu por varias vezes a plantação se perder ou, com chuvas ou com seca.

Hoje a família mora na Rua 2 no Bairro do IPSEP em Cabrobó, o Sr. Francisco é visitado sempre, pelos amigos, e parentes, filhos, netos, bisnetos e tataranetos.

DVE

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Francisco Ribeiro da Silva Cem anos de vida

31 de Março de 2012

Nascido em 26 de agosto do ano de 1911 no sitio passagem da pedra cidade de Terra Nova quando na época pertencia a Parnamirim, seu Francisco lembra que ainda jovem viu Lampião e seu bando chegarem ao sitio que morava. Lembra ainda do sofrimento da família na época de seca, pais de oito filhos dos quais quatro estão vivos. Seu Francisco próximo de completar 101 anos encontra-se muito debilitado, quem conta a historia de seu Francisco é sua filha dona Guaterina que cuida como muito carinho do pai junto com seu esposo José Conselheiro. A filha lembra alguns acontecimentos para não ver a família passar necessidades disse dona Guaterina, seu pai saiu em busca de melhoras na região do Curralim, lá encontraram apoio, fizeram muitos amigos embora, o sofrimento era inevitável, dona Guaterina diz que viu por varias vezes a plantação se perder ou, com chuvas ou com seca.

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